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A Incrível História de Henriette

Um conto de humor, e muito especial, inspirado por uma amiga querida… Henriette.

"Conhecia muitas e muitas pessoas que não paravam de reclamar do tédio em suas vidas, da falta de eventos extraordinários e outros absurdos que certas pessoas, sem ter o que fazer, arranjam para se queixar…"

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Mudar é preciso, viver não é preciso

O material de trabalho, para um escritor, é uma extensão do corpo e um canalizador da alma. Trocar, por isso, nunca é uma coisa assim tão banal. Mas a gente cresce é nas mudanças. Então que venha o novo! E eu conto o resto… Leia Mais...
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Orlando e a pergunta: afinal, por que matamos?

Orlando reabre inúmeras feridas e levanta perguntas. A questão é: até onde podemos de fato ir para tornar o mundo livre de crimes e ódio? Leia Mais...
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A Maior das Mudanças


Quando o ceticismo cool vira uma ferramenta para simplesmente gerar acomodação e medo de mudanças?

Seremos bravos o suficiente para trocar de pele, ainda que seja muito muito doloroso?… Leia Mais...
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Do Chão Não Passa?

Do chão não passa.

Eu escutava muito essa frase quando era menina. Porque eu era tremendamente cautelosa, medrosa mesmo. Ao menos em relação a coisas físicas. Eu não gostava de cair e tinha horror de me machucar. Pode ser que apenas pelo meu temperamento ou porque, como era uma das caçulas no bando da família, eu já tinha visto acidentes sangrentos de bicicleta, patins e outros “bichos”, dos maiores, o suficiente para ficar bem cabreira.

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#1Rapidinhas: Chamem o Pinel

A militância do PT não pode salvar o partido. Isso porque, obviamente, estão em franca minoria e jamais abandonariam “o messias” em nenhuma hipótese mesmo. I mean, Lula pode aparecer vestido de coxinha gigante no Jornal Nacional e dizer vai erguer uma estátua em honra do Roberto Marinho e a militância ainda vai aplaudir. No entanto, Lula, e Dilma, a reboque (porque ir a reboque parecer ser o esporte favorito da pessoa, seguido de perto pela coisa de pedalar) não fazem outra coisa a não ser jogar para essa minúscula plateia enquanto confrontam e ofendem cada vez mais a massa de brasileiros que, ao contrário, diante do cenário de coxinha gigante e estátua do Marinho no máximo, a essa altura, chamariam a ambulância do Pinel. É uma coisa que faz todo o sentido...

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No Palco da Intolerância

Eu nunca pensei que fosse dizer uma coisa dessas em meu tempo de vida, mas não está dando mais para ir a lugar nenhum em paz. Por causa de política. Tive que especificar porque, como bem se sabe, eu, sendo carioca, já nasci com meu direito de ir e vir bem comprometido. Na Cidade Maravilhosa pensamos dez vezes antes de por o pé na rua. Porque tem assalto, arrastão, esfaqueamento por bicicleta, morte em disputa de trânsito, enchente... Sim, aqui nem a natureza é amistosa e com muita razão, diga-se de passagem. Quando planamos, aterramos, asfaltamos e entupimos os bueiros de forma generalizada perdemos o direito de fazer queixa a São Pedro.

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Ir ou não ir: eis a questão

Eu tinha 15 anos quando as passeatas contra o Collor aconteceram. Não fui. Eu tinha convicção de que ele era corrupto e precisava cair. Eu já amava política e história. “Comia” os jornais desde os 13. Lia biografias e livros de historiadores sobre líderes, guerras, grandes civilizações. Eu adorava essas coisas. Era a única da minha turma que sabia o que a palavra impeachment significava. Mas não fui. Quando vi que a escola em peso tratava a coisa feito bloco de carnaval, e falavam abertamente em ir porque era “menos chato” do que assistir aula, e que o movimento era capitaneado por partidos “vermelhinhos” com os quais eu não me identificava também, e que a garotada parecia estar era brincando de ser personagem de “Anos Rebeldes” (a minissérie sobre a resistência à ditadura militar, que coincidentemente passava naquele momento na TV) resolvi, na minha cabeça, que eu não podia marchar junto com aquele bando de crianças mimadas e oposicionistas ambiciosos. Fiquei em sala, junto com uns três ou quatro. Foi um grande erro. E levei muitos anos para entender por que.

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On Our Knees: Brazil and the never ending cycle

I was at the market, early in the morning, when I looked up at the one TV in the place and saw something that got my attention. I immediately felt my heart pounding by the shock of it. I looked around, but people seemed to be just going about their business as usual. I felt sick to my stomach: wasn’t anybody aware of what was happening? Well, maybe I had misunderstood the news... So I reached to my iphone and entered facebook. Yes, it was real. Our former president, Lula, was detained for questioning. His houses were being searched. I found myself in such a state I could burst into tears at any moment, so I rushed back home, trying to make sense of everything.

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De Joelhos: Brasil e o ciclo sem fim

Eu estava no mercado de manhã cedo quando dei uma olhada na única televisão do local e alguma coisa capturou minha atenção. Eu imediatamente senti meu coração disparando, em choque. Eu olhei a minha volta, mas as pessoas pareciam estar cuidando de seus próprios assuntos como sempre. Aquilo me deixou doente. Ninguém estava se dando conta do que acontecia? Bom, talvez eu não tivesse compreendido bem a notícia... Então peguei meu iphone e entrei no facebook.

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